Video: Bacteria alimenta de arsênico, Entenda

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Vírus gigante de 30.000 anos descongelado na Sibéria vai ser revivido

10 setembro 2015.

Vírus Gigantes Descobertos na Sibéria

Cientistas franceses pretendem reanimar um vírus gigante de 30.000 anos, desenterrado do solo gelado da Sibéria. Isso pode soar um tanto apolítico, mas não se preocupe: a humanidade está a salvo, pelo menos por enquanto.
Jean-Michel Claverie e seus colegas anunciaram a descoberta do Mollivirus sibericum recentemente na PNAS, a revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
Este é o quarto tipo de vírus pré-histórico descoberto desde 2003, e o segundo encontrado por esta equipe.
Antes de acordá-lo, os pesquisadores terão que verificar se ele não pode causar doenças a animais ou humanos.

Mudança climática e seus perigos

A mudança climática está aquecendo as regiões árticas e subárticas mais que o dobro da média global, o que significa que o permafrost (a camada de gelo permanente dessas aéreas) não é mais tão permanente assim.
Foi no permafrost do nordeste da Rússia que os cientistas se depararam com o vírus. Eles advertem que o gelo pode esconder outros segredos que não serão tão inofensivos assim para nós.
“Algumas partículas virais que ainda estão infecciosas podem ser suficientes, na presença de um hospedeiro vulnerável, para reviver vírus potencialmente patogênicos”, explicou Jean-Michel Claverie em entrevista à AFP.
As regiões nas quais o micróbio foi visto são cobiçadas pelos seus recursos minerais, especialmente o petróleo, e estarão cada vez mais acessíveis para exploração industrial conforme derretem.
“Se não tivermos cuidado, e industrializamos estas áreas sem colocar salvaguardas, corremos o risco de um dia acordar vírus tais como varíola que pensávamos estar erradicados”, acrescentou Claverie.

Segurança

Em condições de laboratório seguras, Claverie tentará reviver o vírus gigante recém-descoberto, colocando-o em uma ameba unicelular, que servirá como hospedeira.
Em 2013, a equipe francesa descobriu outro vírus grande no mesmo local, que eles chamaram de Pithovirus sibericum. Os cientistas conseguiram reanimá-lo com sucesso em uma placa de Petri.
Em 2004, cientistas americanos ressuscitaram o notório vírus da “gripe espanhola”, que matou dezenas de milhões de pessoas, a fim de entender como o patógeno foi tão extraordinariamente virulento, reconstruindo os códigos de seus oito genes.
O trabalho foi feito em um laboratório de segurança máxima nos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.

Gigantes e complexos

virus siberia
Para se qualificar como “gigante”, um vírus tem de ser maior do que a metade de um mícron, que é um milésimo de milímetro. O Mollivirus sibericum tem 0.6 mícrones.
Diferentemente da maioria dos vírus que circulam hoje, e para espanto geral dos cientistas, estes espécimes antigos que datam da última Idade do Gelo não são apenas maiores, mas também muito mais complexos geneticamente.
M. sibericum tem mais do que 500 genes, enquanto uma outra família de vírus gigante descoberta em 2003, os pandoravírus, tem 2.500. O vírus da gripe Influenza A, por outro lado, tem apenas oito. [Phys]
Fonte: 
http://hypescience.com/virus-gigante-de-30-000-anos-descongelado-na-siberia-vai-ser-revivido/ acesso em 10/09/2015

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Sistema Nervoso: Por que o cérebro de Einstein funcionava melhor do que o nosso?

Estudo do Cérebro de Einstein e sua Inteligência ( Q.I) 

Muitos cientistas já suspeitavam que o cérebro de Albert Einstein era de alguma forma único. Agora, essa suspeita foi confirmada por um estudo da East China Normal University (China).
genialidade de Einstein pode ter surgido, entre outras coisas, a partir da forma como os hemisférios de seu cérebro eram conectados.
O corpo caloso do físico – uma espessa “faixa” de fibras nervosas que separa o cérebro em hemisférios direito e esquerdo, permitindo a comunicação entre ambos, incluindo a transmissão de informações motora, sensorial e cognitiva – foi analisado em detalhes.
O principal autor do estudo, Weiwei Men, e seus colegas desenvolveram uma nova técnica para medir e comparar a espessura de subdivisões do corpo caloso ao longo de sua extensão – as partes do cérebro onde os nervos “atravessam” de um lado para o outro.
A espessura destas subdivisões indica o número de nervos que cruzam os hemisférios, mostrando, assim, quão bem “ligados” os dois lados do cérebro estão em regiões específicas, que facilitam funções diferentes dependendo do local onde o cruzamento ocorre.
Depois que Einstein morreu, seu cérebro foi removido e fotografado de vários ângulos. Também foi seccionado em 240 blocos e cortado para estudo. Por fim, 14 novas fotografias foram recentemente recuperadas, dando a neurocientistas ainda mais dados para trabalhar.
Estas informações foram usadas por Dean Falk, da Universidade Estadual da Flórida (EUA), para mostrar que Einstein tinha um córtex pré-frontal bastante singular. Falk mostrou também que as porções inferiores do somatossensorial primário e do córtex motor do físico eram significativamente expandidas no seu hemisfério esquerdo.
Usando esses dados, Men comparou o cérebro de Einstein com dois grupos de controle diferentes: 15 homens idosos, e 52 homens com 26 anos. Essa idade foi escolhida porque é a que Einstein possuía em 1905, o ano em que publicou quatro artigos que revolucionaram a física e as nossas concepções de espaço, tempo, massa e energia.
ku-bigpic
Os pesquisadores descobriram que o corpo caloso de Einstein era mais grosso na grande maioria das sub-regiões do seu cérebro em comparação com as seções correspondentes nos outros dois grupos, incluindo a porção rostral, o istmo e especialmente o esplênio.
É claro que Einstein tinha outros atributos neurológicos que contribuíram para sua inteligência, incluindo uma proporção excessivamente elevada de células gliais e um córtex pré-frontal de tamanho “extraordinário”. Em conjunto, essas características podem ter permitido suas habilidades visual-espaciais e matemáticas notáveis, e sua predileção por experiências de pensamento.
O estudo “The corpus callosum of Albert Einstein‘s brain: another clue to his high intelligence?” (em tradução literal, “O corpo caloso do cérebro de Albert Einstein: outra indicação para sua alta inteligência?”) foi publicado no periódico Brain. Clique aqui para lê-lo (em inglês). [io9]
Fonte: 
http://hypescience.com/por-que-o-cerebro-de-einstein-funcionava-melhor-do-que-o-nosso/ acesso em 10/09/2015
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DNA e o Mundo Digital

07 novembro 2014.

O DNA e o Futuro do Mundo Digital

Isso mesmo... A biologia molecular através de estudos recentes demonstra que o Silício - base da fabricação das memorias computacionais- está de com seus dias contados. Bom para o meio ambiente e para o mundo das informações ( Mundo Digital).  Isso mesmo...o DNA armazenando dados com precisão idêntico ao Silício existente nas memorias dos computadores com mais eficiência no armazenamento de dados...Leia a reportagem completa abaixo....

DNA tem 700 terabytes de memória em apenas um grama


DNA tem 700 terabytes de memória em apenas um grama

Um novo estudo da Universidade de Harvard (EUA) armazenou 5,5 petabits de dados – cerca de 700 terabytes – em um único grama de DNA com sucesso.
O feito quebra o recorde anterior de armazenamento em DNA por milhares de vezes. O bioengenheiro e geneticista George Church e Kosuri Lanka conseguiram a façanha tratando o DNA como um dispositivo de armazenamento digital qualquer.
Eles armazenaram dados binários codificados em fitas de DNA, ao invés de regiões magnéticas de um disco rígido. Em cada fita de DNA, 96 bits são sintetizados. As bases TGAC do DNA representam valores binários (T e G = 1, A e C = 0).

DNA como armazenamento

Essa ideia não é nova. E, se for ver, faz muito sentido: o nosso DNA já serve mesmo para armazenar nossas informações, além de coordenar o desenvolvimento e funcionamento das células. Ou seja, ele contém todas as instruções que nosso corpo precisa.
O DNA como um meio de armazenamento potencial já é discutido faz um longo tempo. Os cientistas apontam três boas razões para usá-lo como “memória”: é incrivelmente denso (pode armazenar um bit por base, e uma base é do tamanho de apenas alguns átomos), é volumétrico em vez de plano (como o disco rígido), e incrivelmente estável (enquanto outros meios de armazenamento precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero e no vácuo, o DNA pode sobreviver por centenas de milhares de anos em uma caixa na sua garagem, por exemplo).
Pense nisso: um grama de DNA pode armazenar 700 terabytes de dados. Isso é 14.000 discos Blu-ray de 50 gigabytes em uma gota de DNA que cabe na ponta de seu dedo mindinho. Para armazenar o mesmo tipo de dados em discos rígidos – o meio mais denso de armazenamento em uso hoje – você precisaria de 233 unidades de 3TB, com um peso total de 151 quilos.

O avanço

Para ler os dados armazenados no DNA, os cientistas simplesmente os sequenciam, como se estivessem sequenciamento o genoma humano, convertendo cada uma das bases TGAC em valores binários.
Os DNAs podem ser sequenciados fora da ordem, já que possuem “endereços” de bits que permitem que as informações sejam decodificadas em dados utilizáveis.
Só com os recentes avanços na microfluídica e nos chips que a síntese e sequenciamento de DNA tornaram-se tarefas diárias. Apesar de ter demorado anos para que pudéssemos analisar um único genoma humano (cerca de 3 bilhões de pares de bases do DNA), equipamentos de laboratório modernos com chips microfluídicos podem fazer a mesma tarefa em uma hora.
Isso não quer dizer que o armazenamento em DNA seja rápido; mas é rápido o suficiente para arquivamento a longo prazo.
Para o futuro, os pesquisadores preveem um mundo onde o armazenamento biológico nos permitirá gravar tudo e qualquer coisa. Hoje, nem sonhamos em cobrir cada metro quadrado da Terra com câmeras, porque não temos a capacidade de armazenamento para tanto. Mais tarde, no entanto, a totalidade do conhecimento humano poderá ser armazenada em algumas centenas de quilos de DNA.[ExtremeTechLimboTEchUOLTerra]


Cientistas gravam 2,2 petabytes em um grama de DNA


A possibilidade de usar o DNA como um pendrive mais espaçoso do que qualquer dispositivo já criado ganhou força na última quarta-feira (23). Dois cientistas britânicos conseguiram armazenar uma quantidade inédita de arquivos em DNA sintético. Na média, foram 2,2 petabytes (2,2 milhões de gigabytes) por grama.
A conquista foi anunciada ontem pelos pesquisadores Nick Goldman e Ewan Birdney, do Instituto Europeu de Bioinformática (EBI, em inglês). Eles afirmam que a descoberta pode promover o DNA, em longo prazo, a principal método de armazenamento de arquivos digitais.

Como se armazenam dados em um DNA sintético?

Há mais de um ano a ciência trabalha ativamente com o DNA sintético. Ele é produzido em laboratório de uma maneira relativamente simples: substitui-se a desoxirribose, composto orgânico (equivalente ao D do DNA), por polímeros. Isso facilita a manipulação e mantém a capacidade original do DNA em armazenamento e transmissão de dados.
Dessa forma, as quatro bases proteicas do DNA – Adenina (A), Citosina (C), Timina (T) e Guanina (G) – servem de suporte para fazer esse armazenamento. Cada ser humano tem, em seu genoma, mais de 3 bilhões dessas letras, cujas combinações moldam o que somos. Em tais letras, os pesquisadores agora podem inserir arquivos, como se fosse um gigantesco HD (disco rígido).

Entenda o novo método

Os dois pesquisadores europeus criaram uma sequência artificial na qual modificaram trechos de áudio do discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King, todos os 154 sonetos de Shakespeare, uma foto do prédio do EBI, em Cambridge (Reino Unido), e uma cópia em .pdf do artigo em que cientistas enunciaram a existência da dupla-hélice pela primeira vez.
Com todos os arquivos estocados na estrutura, enviaram o material a um laboratório na Califórnia (EUA), onde o DNA foi sintetizado para ficar do jeito em que o encontramos no núcleo de uma célula.
Da Califórnia, este DNA sintetizado foi enviado de volta ao EBI pelo correio, dentro de um tubo de ensaio. No laboratório na Inglaterra, os cientistas conseguiram extrair os arquivos do DNA sintetizado e recuperá-los com 100% de precisão.
O DNA é um composto extremamente pequeno, denso e compacto, não necessitando de nenhum tipo de energia para ser armazenado. São vantagens claras sobre os HDs e pendrives de que dispomos atualmente. Mesmo considerando que ainda há muito a caminhar para tornar esse procedimento usual e pouco oneroso, também há muito o que comemorar com esta novidade. [Gizmodo / CBN /New Scientist]

O que é Petabite? 

Um Petabyte (derivado do prefixo SI peta-) é uma unidade de informação iguais a um quatrilhão de bytes (escala pequena). O símbolo de unidade para o petabyte é PB. O prefixo peta (P) indica a quinta potência a 1000: 1 PB equivale a cerca: 1000000000000000 = 10.005 = 1015 bytes 1 milhão de gigabytes mil terabytes O pebibyte (PIB), usando um prefixo binário, é a potência correspondente de 1024, que é mais de 12% maior (250 bytes = 1125899906842624 bytes). 
É bom termos em mente as unidades de medidas em bytes. Veja a tabela abaixo:


Múltiplos de bytes
Prefixo binário (IEC)
Prefixo do SI
NomeSímboloMúltiplo
NomeSímboloMúltiplo
byteB20
byteB100
kibibyte(quilobyte)KiB210
quilobytekB103
mebibyte(megabyte)MiB220
megabyteMB106
gibibyte(gigabyte)GiB230
gigabyteGB109
tebibyte(terabyte)TiB240
terabyteTB1012
pebibyte(petabyte)PiB250
petabytePB1015
exbibyte(exabyte)EiB260
exabyteEB1018
zebibyte(zettabyte)ZiB270
zettabyteZB1021
yobibyte(yottabyte)YiB280
yottabyteYB1024

Fontes:
http://michelmaxbass.blogspot.com.br/2011/03/o-que-vem-depois-do-bits-byte-kilo-mega.html
http://hypescience.com/dna-memoria-700-terabytes/ em 07/11/2014
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No Brasil gênero de inseto fêmea possui pênis

19 abril 2014.


       
        No Brasil existe um inseto fêmea que possui pênis ao invés do órgão reprodutor considerado feminino, a vagina, que é reservado ao macho na espécie. A descoberta é de cientistas japoneses e está sendo muito comentada tanto no meio acadêmico como na imprensa mundial.
        De acordo com os estudiosos, o macho possui aberturas, semelhantes aos órgãos femininos, e é penetrado pela fêmea que suga tanto o esperma quanto o alimento que necessita. Essa seria a primeira descoberta, desse tipo de comportamento, identificada no meio natural.

       O estudo saiu na revista Clique Current Biology e diz que apesar de ter sido observado a inversão de papel sexual em alguns animais essa é a primeira vez em que os órgãos sexuais também são trocados.
Kazuniro Yoshizawa/BBC/Divulgação
        Nos insetos do gênero Neotrogla, o acasalamento dura, segundo os pesquisadores, de 40 a 70 horas. Os animais vivem em cavernas de Minas Gerais, Bahia e Tocantins. O pênis da fêmea foi chamado pelos cientistas de gynosome. Os cientistas trabalham com a hipótese de que essa inversão de papéis seja por causa da falta de recursos no ambiente em que vivem.

       Assim, no ato sexual a fêmea já se alimenta. O gynosome infla ao penetrar o macho e se mantêm preso através de vários pequenos espinhos. Ao tentarem fazer a separação do ato, os cientistas descobriram que não era possível, pois o abdômen do macho foi arrancado sem que houvesse quebra do acoplamento.
Kazuniro Yoshizawa/BBC/Divulgação

     "Apesar da inversão do papel sexual já ter sido identificada em vários animais diferentes, o Neotrogla é o único exemplo em que o órgão sexual também é trocado", disse o principal autor do estudo, Kazunori Yoshizawa, da Universidade de Hokkaido, no Japão.

      Os insetos - de quatro espécies distintas do gênero Neotrogla - foram encontrados em cavernas no leste do Brasil, em Minas Gerais, Bahia e Tocantins. O pênis da fêmea foi apelidado de "gynosome".
Uma vez dentro de um macho, a parte membranosa do gynosome infla e, com inúmeros espinhos, mantêm os dois insetos grudados.
      Quando os pesquisadores tentaram separar o macho da fêmea, o abdômen dele foi arrancado do tórax sem quebrar o acoplamento genital.
      A inversão incomum de papéis pode ter sido impulsionada pelo ambiente pobre de recursos em que os animais vivem, especulam os pesquisadores. Neste caso, a fêmea aproveita o acasalamento também para se alimentar.
      Esses insetos curiosos oferecem novas oportunidades para testar ideias sobre seleção sexual, conflito entre os sexos, e a evolução dessa novidade.
"Será importante desvendar por que, entre tantos animais com papéis sexuais invertidos, apenas os insetos Neotrogla desenvolveram um pênis feminino elaborado", disse Yoshitaka Kamimura, da Universidade de Keio, no Japão.
       A primeira tarefa dos cientistas agora será estabelecer uma população saudável desses insetos em laboratório.
Gráfico do acasalamento (Yoshizawa)
     Gráfico mostra detalhe do acasalamento dos insetos

fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/04/140418_femea_penis_ms.shtml
http://dm.com.br/texto/173673 em 10/04/2014
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SUPERFAMÍLIA DE INSETOS QUE REALIZAM FOTOSSÍNTESE

25 agosto 2012.
Inseto que Realiza Fotossíntese: Pulgão - Afídeo 

Foi confirmada a capacidade da superfamília dos afídeos de realizar fotossíntese de acordo com o artigo “Light- induced electron transfer and ATP synthesis in a carotene synthesizing insect” publicado na revista Nature desta semana pelos pesquisadores franceses Jean Christophe Valmalette, Aviv Dombrovsky, Pierre Brat, Christian Mertz, Maria Capovilla e Alain Robichon.

Como antecipado aqui no Hypescience em maio de 2010, a superfamília dos afídeos, que incluem os pulgões apresentam características no mínimo desconcertantes. Além dessa suspeição de captar DNA de outros seres, são capazes de realizar partenogênese. Em outras palavras as fêmeas dessa superfamília procriam sem precisar de machos que as fecundem. Assim, as fêmeas podem nascer grávidas e depois parir essas crias que também nascem grávidas, e assim sucessivamente.
Agora, essa insólita superfamília figura também na galeria dos seres autotróficos. Em outras palavras são capazes de realizar a elaboração de nutrientes, de maneira análoga a das plantas, por meio de um processo muito similar ao da fotossíntese.
De acordo com o citado artigo da Nature esses insetos são os únicos entre os animais capazes de sintetizar pigmentos chamados carotenoides. Pigmentos esses, típicos de vegetais, responsáveis pela regulação do sistema imunológico e também pela elaboração de grupos de vitaminas, tais como a vitamina A, por exemplo.
Sem dúvida é uma adaptação singular do fenótipo dessa espécie de afídeo denominadaPisum acyrthosiphon, com comportamento selecionado em condições de baixa temperatura e caracterizada por uma aparição notável de uma cor esverdeada que se altera para o amarelo-avermelhado.
A produção desses pigmentos carotenoides envolvem genes bem específicos responsáveis, por exemplo, pela ação de cloroplastos típicos dos vegetais e surpreendentemente presente no genoma do pulgão, provavelmente por transferência lateral durante a evolução.
A síntese abundante desses carotenoides em pulgões sugere um papel fisiológico importante e desconhecido muito além de suas clássicas propriedades antioxidantes.
O artigo relata a captura de energia luminosa durante o processo metabólico por meio da foto transferência de elétrons induzida a partir de cromóforos excitados. Os potenciais de oxirredução das moléculas envolvidas neste processo seriam compatíveis com a redução do NAD + coenzima. Em, outras palavras, um sistema fotossintético – que mesmo sendo rudimentar – é capaz de utilizar esses elétrons foto-emitidos no mecanismo mitocondrial a fim de sintetizar moléculas de ATP, ou seja, fornecer energia útil para sustentar o organismo em seu ciclo vital.
Além de modificar os conceitos clássicos em nossas aulas de Biologia essa descoberta promete elucidar, entre outros enigmas da ciência moderna, a forma como a vida tem evoluído em nosso planeta.
Tudo indica que nossos livros de Biologia sofrerão nova revisão este ano, principalmente no que tange à diferenciação entre animais e vegetais.


fonte: http://hypescience.com/e-descoberta-superfamilia-de-insetos-que-realiza-fotossintese/acesso em 25/08/2012

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BIODIVERSIDADE DOS ANFIBIOS

24 maio 2012.
Menores Anfíbios do Mundo
Um dos menores vertebrados anfibios do mundo foi descrito na Índia por SD Biju e seus colegas.  Tem hábitos noturnos. A vida deste sapinho está sobre  serapilheira e entre as raízes de samambaias da floresta tropical úmida de Western Ghats de Kerala, uma região montanhosa no oeste da Índia. Biju deu um novo nome para o sapo, Nyctibatrachus minimus.
 Os machos adultos tem apenas 10 mm de comprimento, É um dos sapos em miniatura dentre outras partes do mundo, incluindo Cuba, a Amazônia e Borneo.
 A descoberta foi publicada recentemente na revista Science atualEsta rã minúscula indiano sentado em uma moeda rupia indiana 5 é o menor sapo Índia. (Crédito: Cortesia da imagem da Universidade de Delhi); Este sapo está sentado em uma moeda rupia indiana (Crédito: Cortesia da imagem da Universidade de Delhi)

Ao lado vemos uma espécie nova  de rã amarela que foi encontrada nas montanhas do oeste do Panamá. Pertence a um rico grupo de espécies de anfibios, os rainfrogs, que não possuem uma fase de girino, mas desenvolvem diretamente como pequenos sapos dentro do ovo.

Vejam Outros Anfibios ...(clicar no link para ver detalhes destes anfibios, Ok )

The Smithsonian's National Zoo maintains an active breeding program for the critically endangered Panamanian golden frog. (Credit: Brian Gratwicke, Smithsonian Conservation Biology Institute) Veja detalhes em: http://www.sciencedaily.com/releases/2011/06/110613174759.htm

An adult La loma tree frog (Hyloscirtus colymba). (Credit: Brian Gratwicke, Smithsonian’s National Zoo) Veja detralhes em: http://www.sciencedaily.com/releases/2010/11/101117141520.htm

The midwife toad: a species that is particularly sensitive to the chytrid fungus. (Credit: Benedikt Schmidt) Veja detalhes em: http://www.sciencedaily.com/releases/2011/06/110620094856.htm

A brightly coloured tropical frog under threat of extinction is the focus of a new research project hoping to better understand how environment and diet influence its development and behaviour. (Credit: Image courtesy of University of Manchester.


Red-eyed tree frog. Amphibians like frogs and toads have existed for 360 million years and survived when the dinosaurs didn't, but a new aquatic fungus is threatening to make many of them extinct. (Credit: iStockphoto/Mark Kostich).
Limnonectes macrocephalus, one of the frog species in the Philippines that was surveyed by Vance Vredenburg and colleagues for their Asian survey of the chytrid fungus. (Credit: R. Brown, University of Kansas).


Red-eyed tree frog. Amphibian populations are declining worldwide, principally because of the spread of the fungal disease chytridiomycosis. Researchers know that some amphibian populations and species are innately more susceptible to the disease than others. (Credit: iStockphoto/Mark Kostich) Veja detalhes em: http://www.sciencedaily.com/releases/2009/04/090401101745.htm

The new frog, which is almost two centimetres in length, was given the name the "golden frog of Supatá." (Credit: Conservation Leadership Programme). Veja detalhes em


Carrikeri harlequin frog. (Credit: Conservation Leadership Programme). After 14 years without having been seen, several young scientists supported by the Conservation Leadership Programme (CLP), have rediscovered the Carrikeri Harlequin Frog (Atelopus carrikeri) in a remote mountainous region in Colombia.


 Ten newfound species of amphibians — including a frog with spiky skin and three varieties of frogs with transparent skin — have been discovered in the mountains of Colombia.
Veja mais detalhes  http://www.foxnews.com/story/0,2933,487464,00.html#ixzz1vl94UqYM



Herpetologists from the California Academy of Sciences and University of Texas at El Paso discovered a single specimen of the Bururi long-fingered frog (Cardioglossa cyaneospila) during a research expedition to Burundi in December 2011. (Credit: David Blackburn)

 A rain frog, Pristimantis genus, potentially new to science discovered in the hills of Tacarcuna, Colombia. 



Clicar no link-fonte abaixo para ver artigos, trabalhos e outro assuntos diversos da ciência: 

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15 MÃES DURONAS DO REINO ANIMAL

19 maio 2012.
Ser Mãe no Reino Animal....

Ser mãe envolve uma grande quantia de altruísmo e maldade: as mamães passam a pensar só em seus bebês, e precisam ser duronas, seja para seus filhotes aprendem a se virar, seja para ajudá-los quando eles precisam. Elas fazem de tudo por seus pupilos: ficam ferozes, os protegem com todas as suas forças, dão suas vidas pela sobrevivência de sua prole.
Isso é ser mãe. E como todas as criaturas do mundo tem uma mãe, uma origem, vamos homenageá-las hoje com histórias dessas diversas “mamães” do nosso reino animal:

1 – Orangotangos e Rã flecha



Os elefantes africanos ficam grávidos por 22 meses antes de terem seus filhotes. Esse é o maior período de gestação do reino animal.

Embora carregar bebês por tanto tempo seja uma tarefa bastante difícil, tem um outro bicho que se supera no quesito “mamãe que aguenta muito tempo”: os orangotangos chegam aos 50 anos de vida, e cuidam de seus filhotes até eles antigirem nove anos de idade. Tirando os seres humanos, esse é o período de cuidado mais longo dos primatas até que os pupilos possam ter vida própria.
Os nove anos são precisos para o bebê orangotango aprender a sobreviver na floresta: como encontrar comida, como identificar plantas comestíveis (e diferenciá-las das venenosas), como construir um ninho seguro, como se abrigar da chuva, etc.
Ponto para os orangotangos, mas tem outra mamãe que merece uma menção honrosa: depois de colocar até cinco ovos, a rã flecha os observa até eclodirem, carrega seus girinos, um por um, nas costas, do chão da floresta tropical até árvores com altura de 30 metros, encontra piscinas individuais de água nas folhas da copa da árvore para cada um de seus bebês e cria viveiros seguros e individualizados, alimentando cada um dos seus filhos com seus próprios óvulos não fertilizados ao longo de seis a oito semanas para que eles cresçam em sapos jovens sem ter de comer uns aos outros. Essa população de sapos não deve ter problema com alta densidade demográfica, afinal quem iria querer ser mãe assim? Que trabalheira

2 – Orcas e golfinhos

Bebês recém-nascidos dão muito trabalho, não? Os humanos são conhecidos por deixarem as mamães loucas porque acordam a noite toda. Mal sabiam elas que estavam no paraíso. Pior seria se fossem uma orca ou uma mamãe golfinho.
Se formos levar em conta, os nossos bebês dormem bastante: entre 17 e 18 horas por dia no começo da vida, e 15 horas por volta do terceiro mês. O lado negativo é que eles quase nunca dormem mais que três ou quatro horas por vez – daí a necessidade de acordar à noite. Mas as mamães podem ter seu descanso – três ou quatro horas por vez.
Coitadas das orcas e dos golfinhos. Os recém-nascidos dessas espécies simplesmente não dormem no primeiro mês. Isso mesmo que você leu. Portanto, as mamães também não dormem: elas passam por obstáculos, nadam e vêm à tona 24 horas por dia por um mês inteiro.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, EUA, concluíram que esse período de vigília “excepcional” não tem nenhum efeito ruim sobre o desenvolvimento dos bebês cetáceos (não podemos dizer o mesmo sobre as mães, que devem ter ficado traumatizadas). Gradualmente, os bebês atingem níveis adultos normais de sono. O que significa que, finalmente, depois de um mês que mais parece uma eternidade, a pilha dos jovenzinhos começa a morrer.

3 – Aranhas, ácaros, peixe-piolho e cucos

Considera-se uma mãe corajosa? Não como a aranha. Para muitas espécies de aranhas, ter um filho é o mesmo que morrer.
Isso porque elas são comidas depois que acasalam – para ser justa, geralmente é a mãe que mata o macho e o come, ou dá de comer para os filhos. Mas o inverso também ocorre. Em espécies da aranha Stegodyphus, o amor maternal vai longe: as fêmeas anexam seus ovos a suas teias e os vigiam até que os bebês eclodam. Uma vez que eles nascem, a mãe continua a comer, mas vomita a maior parte de suas refeições como uma sopa nutritiva para sua prole. Quando os bebês completam um mês de idade, a aranha mãe permite que sua prole a mate e injete enzimas digestivas em seu corpo para comê-la.
Acabou por aí? Claro que não. Depois de devorá-la, os filhos se viram um pro outro e se canibalizam: comem quantos de seus irmãos eles conseguirem (algo me diz que depois que eles crescem e cada um tem a sua própria casa ninguém se visita).
Existem famílias ainda mais felizes. As mamães Amaurobius ferox também se sacrificam para alimentar seus filhotes canibais: cerca de 60 a 130 filhotes se alimentam primeiros dos irmãozinhos (ovos que ainda não foram chocados) e depois devoram a mamãe (ao contrário do orangotango, aranhas amadurecem muito rápido e não precisam aprender nada com sua geradora).
E daí vem a beleza da mamãe aranha: ela poderia fugir da teia e evitar a morte certa, mas ao invés disso, se entrega para seus pupilos, pois sabe que estará dando a eles os nutrientes que os bichinhos precisam para crescer (e quem é que quer que eles cresçam?). Pelo menos os irmãos sobreviventes crescidos se suportam por um tempo mais longo: 3 a 4 semanas antes de deixarem o ninho.
E só para constar aqui, as aranhas não as únicas que se sacrificam por seus bebezinhos: ácaros parasitas também são devorados pela prole, em um ciclo de vida de apenas quatro dias (violência gera violência, né?). Os ácaros crescem várias filhas em seu corpo, juntamente com um filho. Este único macho é provavelmente o maior garanhão da história, e um criminoso antes sequer de nascer, já que engravida suas próprias irmãs quando todos ainda estão dentro da mamãe. Mas nada de dizer que somos o sexo frágil: você acha que as fêmeas iam aguentar tudo isso caladas? Não, não. Quando elas emergem, é “bye bye” para o macho, que morre poucas horas depois.
Outra mamãe que é torturada pelos filhos é o peixe-piolho. Nunca mais reclame que sua gravidez foi dolorosa, pois você não é uma pequena fêmea do peixe-piolho que, quando está pronta para dar à luz a centenas de bebês piolhos, apenas se senta e deixa que eles comam e roam suas entranhas para poder sair de seu corpo para o mundo.

 
Se você pensa que o “bom comportamento” do mundo animal acabou por aqui, enganou-se. Dar um bebê para a adoção nem sempre é uma atitude bem vista entre os humanos, mas para os cucos é regra: a mamãe cuco, disfarçadamente, põe os seus ovos no ninho de outro pássaro.
Mas é tudo para o bem de sua prole. Ao fazer isso, o outro pássaro (geralmente uma espécie menor) pensa que o filhote é dele e assume o encargo de criar o pinto. O filhote de cuco geralmente choca antes e cresce mais rápido que os outros filhotes menores, forçando-os para fora do ninho, onde eles morrem. Em seguida, o cuco recebe toda a atenção de seus pais adotivos, o que lhe dá chances muito maiores de sobrevivência. Canibalismo, incesto, mentiras e assassinatos: boa conduta é piada entre esses bichinhos, não?

4 – Urso polar e baleia cinzenta
Uma das coisas mais odiadas sobre a gravidez humana é o ganho de peso. Os bebês são lindos presentes, entretanto, que acabam compensando todos os quilos a mais, inevitáveis, conquistados durantes os nove meses.
Inevitáveis, sim. Entre maior fluxo de sangue, seios maiores, o peso do bebê, o aumento do útero e vários outros fatores, em média, você deve pesar 12,5 quilos a mais no final da gravidez. Mas isso não é verdade para todas as pessoas – cada organismo é diferente, e o peso que você deve ganhar para continuar saudável deve ser discutido com seu médico.
Se 12 quilos para você parece o absurdo de todos os absurdos, agradeça por não ser uma ursa polar. Assim como outros animais que precisam engordar para poder ter um filho, a mamãe ursa tem que ganhar 200 quilos (através de gordura de foca) para ser capaz de engravidar.
Isso porque ela vai passar depois por um jejum de oito meses e ainda assim prover para seus filhotes (os fofíssimos mini ursos polares) um leite rico em gordura. Viu só? Fêmea é fêmea. A ursa está até disposta a engordar 200 quilos por um bebê, mas depois faz um regime de oito meses. Brincadeiras à parte, essas mamães servem de inspiração por passarem fome por tanto tempo por seus bebês. 
E não são as únicas. As mamães baleias do Pacífico migram milhares de quilômetros das águas frias, ricas em plâncton do Ártico, para lagoas tropicais ao largo da costa do México relativamente pobres em nutrientes, onde elas dão à luz.
Essa mudança de casa tira a baleia cinza de uma fonte de alimento abundante, mas a leva para um ambiente livre das perigosas orcas, que não saem das águas mais frias e que caçariam seus recém-nascidos. Também permite que as baleias alimentem seus filhotes com um leite rico em gordura até que eles construam uma camada de isolamento para poder ir para o gelo do Ártico. Assim como os ursos, as mamães baleias passam fome por meses e ainda tem que produzir leite de alta caloria para seus bebês. Durante esse tempo, elas podem perder até 8 toneladas de peso. Isso que é amor!

5 – Cobras-cegas e cecílias, sapos e galinhas

 Muitos animais aceitam certa medida de “tortura” em nome de sua prole. Os anfíbios da ordem gymnophiona, cobras-cegas e cecílias, são bichos bem nojentos que alimentam seus pupilos com a própria pele.
É exatamente isso. Sua pele é rica em gordura, a qual os filhotes certamente precisam (e não poderiam encontrar em outro lugar? Tem uma rede de fast food em cada esquina!). As mamães, então, nem pensam duas vezes: deixam seus bebezinhos com seus dentinhos pequeninos pularem em cima dela num frenesi e a descascarem completamente.
E nada de pensar: “ufa, acabou”. Dali três dias, a mamãe já cresceu toda sua pele de novo para fornecer mais uma refeição saborosa aos seus queridinhos. Ainda bem que somos mais adeptos do MC Donald’s.
O sapo do Suriname também compartilha sua pele com a prole. Para garantir que seus óvulos fertilizados sobrevivam, a fêmea os fornece pedaços de sua pele.
Quando ela deposita seus ovos na barriga do macho, ele os fertiliza e coloca as bolsas de ovos dos futuros bebês na pele nas costas da mamãe. Sendo assim, eles pulam a fase larval e já emergem dos bolsos de suas mães completamente formados.
 Até mesmo a galinha tira algo do seu corpo se necessário: criar uma quantidade infinita de carbonato de cálcio para seus ovos é uma tarefa difícil, portanto, se as galinhas não adquirem cálcio o suficiente em sua dieta, elas literalmente dissolvem seus próprios ossos para criarem as habitações de seus bebês.




6 – Bonobos
Você provavelmente não vai querer sua mãe por perto quando estiver de olho em uma menina. Já para o bonobo, um dos parentes mais próximos dos seres humanos, isso é vantagem.
Suas comunidades são predominantemente femininas, e os machos permanecem perto das mães. Na verdade, o bonobo aumenta suas chances de ter intimidade com uma fêmea fértil se sair junto com a sua mãe.
Os filhos andam com suas mães entre 81 e 92% do tempo. Quando as mães não estavam perto, o macho dominante foi responsável por cerca de 41% dos acasalamentos com mulheres férteis. Mas se outras mães de baixo nível social estivessem perto, a proporção caía para 25%. Em outras palavras, as mães não deixavam o macho dominante monopolizar as fêmeas mais férteis, permitindo que seus próprios filhos acasalassem.
Elas inclusive interferiam afugentando a concorrência para seu filho, ou separando brigas em que ele entrasse. Em outros casos, montavam guarda enquanto seus filhos acasalavam. Também geravam status para seus filhos, que tinham mais chances de conseguir uma fêmea.
Para as mães, não é só uma questão de ajudar o filho (embora as mamães do mundo todo e de todas as espécies adorem fazer isso). Ter um interesse em sua vida amorosa também lhe ajuda a garantir que seus genes serão passados adiante. [BBC, BabyCenter, LiveScience, LifesLittleMysteries]
Fonte: http://hypescience.com/74331/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29 acesso 19 de maio de 2012


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